domingo, 20 de novembro de 2011

Quantas são as saudades, não temos mais como conversar, não existem mais os olhares, os conselhos... Gostaria de tê-lo ao meu lado, mas sei que o seu tempo era aquele, não vou dizer que não choro, mesmo sabendo que não devo fazê-lo.
As coisas terrenas são difíceis de entender, quando pensamos que tudo vai se tornar mais fácil, alguém complica e lança um dúvida com maldade... A mesquinharia parece ser a mola que move o mundo!
Hoje sinto menos a sua presença ao meu lado, sei que o seu caminho evolutivo não permite mais, sei da sua luz, que já brilhava intensamente... Lembro-me das palavras de minha mãe sobre uma conversa que tiveram um mês antes de sua passagem, na qual dizia estar preparado, pedia perdão e perdoava... Que sonhara com vovó e ela dizia que estava a sua espera... Arrepio-me todas as vezes que penso nisso!
Agora eu queria perdoar e ser perdoado... Não tenho a sua evolução, não tenho a sua sabedoria, nem a sua experiência...
Sinto-me acuado sem ter o que esconder, não gosto de dúvidas, muito menos de patrulhamento...
Pai sinto a tua falta...
Beijos deste seu filho,
Marcelo Monteiro Mattos

Sou

Sou quem sou... Sem nada mais a acrescentar!
Sou o que sou...
Forjado na vida...
Sou quem sou...

Nada me interessa do seu passado
Dos seus erros e acertos
Eis que há encontros e desencontros...
A eterna busca...

Somos quem somos...
Não o que querem que sejamos...
Não tenho mágoas ou ressentimentos...
Ser quem sou é o meu alento...

Somos...
Fomos...
Fui...
Seremos...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

HOMENAGEM A MINHA QUERIDA PORTELA

Sinto a magia do seu encanto

No Pavilhão Azul e Branco

Da minha querida Portela

Conheço suas façanhas

Acompanho suas andanças

De outros carnavais

Meu coração se enche de alegria

Quando ouço esta maravilha

A sua famosa bateria

Acelerando o nosso coração

Tens sempre uma bela melodia

Que exaltam os seus dias

De Majestosa campeã

Me embalo em sua casa

Famoso ninho da águia

Morada de bambas, de sambistas geniais

Seus compositores cantam os seus amores

Suas Vitórias e dores

As sutilezas da vida

Na Velha Guarda esta toda a história

Sua verdadeira glória

Patrimônio de uma nação

És razão de muitas vidas

Alegria de gente sofrida

Mas sempre destemida

Que não te abandona Jamais!