Sou a sombra que vagueia,
o eco surdo dos ideais;
fantasia de idos carnavais.
Idos, alegrias, encantos e tristezas...
castelos construídos e desmoronados;
projetos desfeitos ou inacabados.
Dos sonhos. . .
Apenas sonhados;
restam-me azedumes de pesadelos,
de cujo o escombro, tento ainda salvar
do rescaldo ainda incandescente,
colunas que nos hão de sustentar.
Sou a incerteza do amanhã. . .
Porém,
falo à linguagem de o meu coração:
devoção à religião simples do amor,
cuja a chama arde e se transmuta,
a vivenciar Deus: o próprio amor.
Soergo-me na catedral da alma,
onde busco e encontro o meu Deus
no recôndito do templo interior,
na certeza da ubiqüidade da vida,
plena do amor puro e onipresente
no poder absoluto que tudo pode.
A cada infinitésimo, num segundo,
eis que a centelha divina opera
e se perpetua cíclica na natureza:
Um milagre que não se renova.
Eis o renascer de cada momento, ofertando-nos a dádiva onisciente de buscar a comunhão sagrada,junto ao céu de nossa consciência.
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Perfeito!
ResponderExcluirMarcelo qnd digo/digito:Parabéns ao seu Trabalho é pela Proporção,maneira com que suas Palavras tocam nossa Alma,se é que é Possível tocar a Alma Eu digo que sim,só a Sensibilidade é capaz deintransponibilidades como essa... Minha Alma sente Júbilos qnd se depara com a beleza de suas Palavras...Mt Obrigada por me deslocar de 1 Hemisfério a outro sem msm ter saído de frente ao Pc...Bjinhos.Bê!!!
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