Ecos de razão que se busca propagar
em exíguos espaços quase rarefeitos,
no limite de convenções arbitradas
do que é certo ou errado;
do justo ou injusto;
sem critérios de eqüidade e justeza,
mas concede hipócrita, o livre arbítrio,
sempre questionado nas indagações
tendenciosas que se nos impõem;
acorrentam o corpo e liberta o espírito
que vaga etéreo e apaixonado.
Por que a vida sem razão,
quando a vida deve ser vivida
nos limites da razão imposta,
predeterminada por uma vontade divina
que elegeu ou condenou, de antemão,
os homens desde o princípio da eternidade?
Se decisão jocosa ou de vingança,
não o sei, senão,
nossos momentos de felicidade
a respirar a mesma atmosfera,
são-nos tirados, oferecendo-nos outros;
falsa ilusão, ao longo de uma vida.
Levados a viver,
conhecer os amigos de nossos amigos.
Sonhar e sentir que estamos mais próximo
do que nos é muito próximo:
a nossa seiva espiritual mantida,
porém, em ramos afastados,
sem tocar-se e identificar-se.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário