Caminho longo, em desespero,
chispas de tempo em nano segundos,
leva-me a assistir ao roteiro do filme,
cujas cenas protagonizei.
Ora cruel ou angelical;
vencido ou vencedor;
covarde ou valente;
humilde ou submisso;
Amei;
odiei;
desprezei;
corrompi.
Fui corrompido no cenário
em que atuei vítima;
agressor;
gladiador;
e, até mesmo mediador,
travestido em personagens de sonhos,
quimeras, fantasias...
Nada mais que ator em dissimulações;
disfarces para um mundo real,
formado por surrealidade,
de atos e fatos previamente planificados.
Falei, murmurei, gritei, e, até chorei. . .
Perdi várias batalhas
em noites intermináveis,
enquanto, quiçá gargalhava e vagava,
em viagem sem trilho ou direção.
Falta pouco à aproximação. . .
Solo que amei:
Prepara o impacto deste corpo já sem alma,
cujo o espírito dilacerado pelo amargor,
tenta retornar ao palco.
ainda que tardiamente,
mesmo se figurante,
o gélido frescor da brisa invade-me
as entranhas na aceleração
desta derradeira jornada.
Última visão de minhas lembranças!
Tudo e todos o quanto amei,
saudade de quem me fez amado;
luz dos olhos do meu caminho
que em vida iluminou, não, não deixe
que as lágrimas umedeça a face
e role aos seus lábios que beijei.
Apenas afague este corpo
que, finalmente, jazerá
insensível às carícias da mulher
que me fazia adormecer e sonhar.
terça-feira, 23 de junho de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Vida circunscrita
Viajantes que somos: eternos passageiros
em viagem efêmera e circunscrita
na esfera que se nos delimita no tempo,
no espaço e na dimensão,
globalizando-nos a vida em seus meridianos;
restringindo-nos a trópicos, círculos ou pólos
de zonas secas, tórridas ou glaciais.
Marionetes presas aos eixos em pontos fixos
de ordenadas e abscissas cartesianas:
Percepção infinita em movimentos delimitados,
nos caminhos de retas paralelas que se afastam,
deixadas num sistema impossível e sem solução.
No mesmo plano chegam à indeterminação,
perdidas nos caminhos que se divergem na vida,
em buscas de experiências desnecessárias;
até mesmo absurdas, tomando caminhos adversos
dos caminhos coincidentes e de infinitas soluções.
Há quem preso ao sistema de caminhos incógnitos
não esmorece e vibra na busca de uma resolução,
chegando a variáveis de um sistema determinado
que lhe oferece nada além de uma única solução.
Entre mais e menos vibram senóides e co-senóides em funções alternadas; derivam-se às coordenadas.
Entre retas, semi-retas ou segmento de retas; mediana, mediatriz e medida angular em viagem
de ponto a ponto, alternam-se e complementam-se; suplementam-se, correspondem-se e se opõem.
Caminhos em ligações adjacentes ou consecutivas; coplanares ou colineares ligam-se às sinuosidades levadas ao côncavo e ao convexo em projeções planas ou poligonais, viajam também pelo espaço,
à discussão dos enunciados, axiomas e teoremas.
Marionetes do vaivém em raios e diâmetros,
derrapam nas curvas e trajetos inesperados
que se arrojam ao limite angular;
perdem-se nos planos que se rebatem
em quadrantes de similaridades incongruentes,
lançando-se prisioneiros de outras dimensões.
em viagem efêmera e circunscrita
na esfera que se nos delimita no tempo,
no espaço e na dimensão,
globalizando-nos a vida em seus meridianos;
restringindo-nos a trópicos, círculos ou pólos
de zonas secas, tórridas ou glaciais.
Marionetes presas aos eixos em pontos fixos
de ordenadas e abscissas cartesianas:
Percepção infinita em movimentos delimitados,
nos caminhos de retas paralelas que se afastam,
deixadas num sistema impossível e sem solução.
No mesmo plano chegam à indeterminação,
perdidas nos caminhos que se divergem na vida,
em buscas de experiências desnecessárias;
até mesmo absurdas, tomando caminhos adversos
dos caminhos coincidentes e de infinitas soluções.
Há quem preso ao sistema de caminhos incógnitos
não esmorece e vibra na busca de uma resolução,
chegando a variáveis de um sistema determinado
que lhe oferece nada além de uma única solução.
Entre mais e menos vibram senóides e co-senóides em funções alternadas; derivam-se às coordenadas.
Entre retas, semi-retas ou segmento de retas; mediana, mediatriz e medida angular em viagem
de ponto a ponto, alternam-se e complementam-se; suplementam-se, correspondem-se e se opõem.
Caminhos em ligações adjacentes ou consecutivas; coplanares ou colineares ligam-se às sinuosidades levadas ao côncavo e ao convexo em projeções planas ou poligonais, viajam também pelo espaço,
à discussão dos enunciados, axiomas e teoremas.
Marionetes do vaivém em raios e diâmetros,
derrapam nas curvas e trajetos inesperados
que se arrojam ao limite angular;
perdem-se nos planos que se rebatem
em quadrantes de similaridades incongruentes,
lançando-se prisioneiros de outras dimensões.
Nos limites do inconsciente
No limite da loucura com a genialidade, sou levado pelos fantasmas que ainda povoam as masmorras, outrora um misto de cárcere, nosocômio de terror, entregues e deixados aos grilhões de tragicômicos
que não só confinaram e mutilaram os seus corpos, também os reduziram em ondas eletromagnéticas.
A energia eterificada povoa hoje os nobres salões e advém de existências que contradizem resultados de inúmeras, amargas e tormentosas experiências aplicadas por verdugos, executores dos bárbaros, doutos protagonistas maníacos de cenas dantescas.
Sádicos: cruel deleite na lobotomia e eletrochoque
a transformar a morbidez mental esquizofrênica
e demais casos, de dores tidas como intratáveis, em morto-vivos apascentados pelas convulsões, quiçá total perda de consciência... Talvez a morte.
Avanço e chego à fronteira, limiar da genialidade,
e eis que vejo noutro lado da rua, seres excluídos, levados em “metamorfoses ambulantes” a vagar
em divagação simples e desconexas em destempero
de realidade para o mundo físico, mas prisioneiros
nessa estreita dimensão de relações egocêntricas
que se chocam nas projeções de surrealidade
e se deslocam em diferente dimensão do astral.
Avanço. Chego aos degraus inconscientes da loucura,
trilhas marcadas, deixadas por muitos que passaram
antes ou depois, não importa, mas sempre hão de vir
e chegar inconformados pelo vil cotidiano dos seres.
Busco o homem forjado puro, idealista e despojado, mas o sabendo utópico, não nos restam os impuros, senão amargos, quase vida e ingênuos: os incautos; mercê dos torpes e dos vis espertalhões.
Acautelo-me, penso em mim, não serei a divindade?
qual! pois sou deus decaído, parafísico, paranormal;
errado ou errante, sem adoração ou sem pedestal;
sem fiéis; fruto da aversão de intolerantes e odiosos;
sou avesso à suspeição sectária e irracional de raças,
credos ou religiões na convergência do nosso destino,
quiçá divergências que se nos deparam o cotidiano.
Busco acima do bem e do mal e não encontro nada além de um espaço que se projeta rarefeito e vazio no vácuo de uma caverna fria, escura e oca.
Avanço e chego assediado pelos ímpios e hereges,
trazendo impiedade que bem antes já a conhecera;
volvo e me vejo cercado por prosélitos e fanáticos
entregues ao rescaldo mórbido de seus descaminhos.
Avanço e chego ao limite tênue desse exíguo espaço
que se amplia na vastidão das paredes do surreal levando-nos e realocando-nos em viagens de fantasias, adequando-nos às personagens: aos pais e aos filhos; aos deuses e aos astronautas.
que não só confinaram e mutilaram os seus corpos, também os reduziram em ondas eletromagnéticas.
A energia eterificada povoa hoje os nobres salões e advém de existências que contradizem resultados de inúmeras, amargas e tormentosas experiências aplicadas por verdugos, executores dos bárbaros, doutos protagonistas maníacos de cenas dantescas.
Sádicos: cruel deleite na lobotomia e eletrochoque
a transformar a morbidez mental esquizofrênica
e demais casos, de dores tidas como intratáveis, em morto-vivos apascentados pelas convulsões, quiçá total perda de consciência... Talvez a morte.
Avanço e chego à fronteira, limiar da genialidade,
e eis que vejo noutro lado da rua, seres excluídos, levados em “metamorfoses ambulantes” a vagar
em divagação simples e desconexas em destempero
de realidade para o mundo físico, mas prisioneiros
nessa estreita dimensão de relações egocêntricas
que se chocam nas projeções de surrealidade
e se deslocam em diferente dimensão do astral.
Avanço. Chego aos degraus inconscientes da loucura,
trilhas marcadas, deixadas por muitos que passaram
antes ou depois, não importa, mas sempre hão de vir
e chegar inconformados pelo vil cotidiano dos seres.
Busco o homem forjado puro, idealista e despojado, mas o sabendo utópico, não nos restam os impuros, senão amargos, quase vida e ingênuos: os incautos; mercê dos torpes e dos vis espertalhões.
Acautelo-me, penso em mim, não serei a divindade?
qual! pois sou deus decaído, parafísico, paranormal;
errado ou errante, sem adoração ou sem pedestal;
sem fiéis; fruto da aversão de intolerantes e odiosos;
sou avesso à suspeição sectária e irracional de raças,
credos ou religiões na convergência do nosso destino,
quiçá divergências que se nos deparam o cotidiano.
Busco acima do bem e do mal e não encontro nada além de um espaço que se projeta rarefeito e vazio no vácuo de uma caverna fria, escura e oca.
Avanço e chego assediado pelos ímpios e hereges,
trazendo impiedade que bem antes já a conhecera;
volvo e me vejo cercado por prosélitos e fanáticos
entregues ao rescaldo mórbido de seus descaminhos.
Avanço e chego ao limite tênue desse exíguo espaço
que se amplia na vastidão das paredes do surreal levando-nos e realocando-nos em viagens de fantasias, adequando-nos às personagens: aos pais e aos filhos; aos deuses e aos astronautas.
domingo, 8 de março de 2009
Eu e não-Eu o Sou
Sigo as trilhas do Sul em viagem de Cruzeiro,
na busca de jardins, vales e campos,
onde desabrocham lírios e outras espécies silvestres;
viajantes das estrelas, transit gloria mundi,
vejo o Pequeno Príncipe! Experiência fantasiosa,
mas não sei quem é o Príncipe ou a Cobra!
Confundir-se-ia o mais sábio dos homens,
ao ver na gota do orvalho, tamanha transparência,
caráter e objetivos de seres estereotipados,
cuja ética, moral e outros conceitos,
hoje não passam de preconceitos,
na massificação de valores aleatórios,
nessa inversão desconsiderados.
Passei por vozes em gemido do Navio Negreiro
que jazia encalhado na consciência dos maus
que ainda hoje escravizam os deserdados,
esgueirando-se à sombra da excelência de seus pares,
doutos, sábios e até mesmo companheiros:
Os malhados indignos voltando à cena.
Tentei em vão nessa jornada,
uma estrada mais ampla e bem iluminada,
que me levasse com toda rapidez e segurança ao Caminho de São Tiago,
quando me vi envolvido por longa mancha branca
no escuro azul do céu por caminhos difusos
que me aprisionaram.
Enfim tomei a Via Látea.
Solidão do espaço sideral,
intensiva propagação na difusão de si mesmo;
formas migratórias, deslocam-se do eixo;
planos diversos e multiformes;
formas etéreas surgem, somem e se propagam:
São anjos ou elementais;
formas fluidas na dispersão volátil do éter,
cognição vã do pensamento.
Viagem fantástica pelo espaço,
não o sei se afora, ou se espaço adentro;
movido pelo intelecto ou pelo espírito da mente,
um misto de reflexão levada ao sonho
por fantasia sonhada, sem medida, tema ou paradigma,
vazio em toda a sua liberdade:
de opinião, de ponto de vista, de idéias e de ideais,
na integração interativa do indivíduo com o Universo,
eu e não-eu o sou, sem esperança ou expectativa,
posta ao cuidado, à margem de solicitude
ao arrojo de outras necessidades
movidas pelo individualismo do ser.
na busca de jardins, vales e campos,
onde desabrocham lírios e outras espécies silvestres;
viajantes das estrelas, transit gloria mundi,
vejo o Pequeno Príncipe! Experiência fantasiosa,
mas não sei quem é o Príncipe ou a Cobra!
Confundir-se-ia o mais sábio dos homens,
ao ver na gota do orvalho, tamanha transparência,
caráter e objetivos de seres estereotipados,
cuja ética, moral e outros conceitos,
hoje não passam de preconceitos,
na massificação de valores aleatórios,
nessa inversão desconsiderados.
Passei por vozes em gemido do Navio Negreiro
que jazia encalhado na consciência dos maus
que ainda hoje escravizam os deserdados,
esgueirando-se à sombra da excelência de seus pares,
doutos, sábios e até mesmo companheiros:
Os malhados indignos voltando à cena.
Tentei em vão nessa jornada,
uma estrada mais ampla e bem iluminada,
que me levasse com toda rapidez e segurança ao Caminho de São Tiago,
quando me vi envolvido por longa mancha branca
no escuro azul do céu por caminhos difusos
que me aprisionaram.
Enfim tomei a Via Látea.
Solidão do espaço sideral,
intensiva propagação na difusão de si mesmo;
formas migratórias, deslocam-se do eixo;
planos diversos e multiformes;
formas etéreas surgem, somem e se propagam:
São anjos ou elementais;
formas fluidas na dispersão volátil do éter,
cognição vã do pensamento.
Viagem fantástica pelo espaço,
não o sei se afora, ou se espaço adentro;
movido pelo intelecto ou pelo espírito da mente,
um misto de reflexão levada ao sonho
por fantasia sonhada, sem medida, tema ou paradigma,
vazio em toda a sua liberdade:
de opinião, de ponto de vista, de idéias e de ideais,
na integração interativa do indivíduo com o Universo,
eu e não-eu o sou, sem esperança ou expectativa,
posta ao cuidado, à margem de solicitude
ao arrojo de outras necessidades
movidas pelo individualismo do ser.
O último dos românticos
Em tempos de outrora, o “Suplício de uma saudade”
quando era “Tarde de mais para esquecer” chorar fazia
em lenço encharcado por personagem materializada
em soluços e lágrimas que se desfazia.
A menina casadoira, virgem ao dizer o sim,
despedia-se à viagem;
tomava o lugar na úmida e misteriosa lua,
por abelhas embebida, deixando a mãe chorar
em comoção de alegria, quiçá de tristeza.
Saudade de outrora!
Reinavam os deuses e a deusa dos lábios de mel,
em romances, românticos, e nos romanceiros;
e do boto cor-de-rosa que fazia o seu papel.
Caprichos ou sonhos levados à prosa por nós,
artesãos da palavra, de fantasiosos ou comezinhos fatos
tirados de arrabalde suburbano, em melodramas vivenciados
ou passados nos bastidores da vida.
Sou aquele sonhador ainda embevecido
em noite clara de lua-cheia,
levado às brumas do devaneio milenar
pelo pastor da Estrela Vésper;
o vale encantado no recesso
da morada das Ursas: a Maior e a Menor.
Quisera encontrar um caminho
que somente me falasse de amor!
Sentir o perfume que exala de rosas,
margaridas e outras flores;
mulheres que deixam no rastro sinuoso do andar,
encanto e magia;
encontrar sob o sereno da madrugada
o seresteiro a falar de amor,
dedilhando em suas cordas apaixonadas,
acordes, prantos e fantasia.
Nessa caminhada romanesca
sem encontrar as quimeras perdidas, recolho de mim,
o que resta dos restos de um simplório devaneador
perdido nos passos de outro tempo.
Nada vejo aos balcões, que restam carcomidos,
vencidos pelos anos em que outrora pendiam flores
e brotavam as lágrimas e suspiros,
amor e paixão quantas vezes irrealizados,
mas fiéis no seu querer.
As luzes se apagaram;
a ribalta silenciou o último dos românticos.
quando era “Tarde de mais para esquecer” chorar fazia
em lenço encharcado por personagem materializada
em soluços e lágrimas que se desfazia.
A menina casadoira, virgem ao dizer o sim,
despedia-se à viagem;
tomava o lugar na úmida e misteriosa lua,
por abelhas embebida, deixando a mãe chorar
em comoção de alegria, quiçá de tristeza.
Saudade de outrora!
Reinavam os deuses e a deusa dos lábios de mel,
em romances, românticos, e nos romanceiros;
e do boto cor-de-rosa que fazia o seu papel.
Caprichos ou sonhos levados à prosa por nós,
artesãos da palavra, de fantasiosos ou comezinhos fatos
tirados de arrabalde suburbano, em melodramas vivenciados
ou passados nos bastidores da vida.
Sou aquele sonhador ainda embevecido
em noite clara de lua-cheia,
levado às brumas do devaneio milenar
pelo pastor da Estrela Vésper;
o vale encantado no recesso
da morada das Ursas: a Maior e a Menor.
Quisera encontrar um caminho
que somente me falasse de amor!
Sentir o perfume que exala de rosas,
margaridas e outras flores;
mulheres que deixam no rastro sinuoso do andar,
encanto e magia;
encontrar sob o sereno da madrugada
o seresteiro a falar de amor,
dedilhando em suas cordas apaixonadas,
acordes, prantos e fantasia.
Nessa caminhada romanesca
sem encontrar as quimeras perdidas, recolho de mim,
o que resta dos restos de um simplório devaneador
perdido nos passos de outro tempo.
Nada vejo aos balcões, que restam carcomidos,
vencidos pelos anos em que outrora pendiam flores
e brotavam as lágrimas e suspiros,
amor e paixão quantas vezes irrealizados,
mas fiéis no seu querer.
As luzes se apagaram;
a ribalta silenciou o último dos românticos.
Amor manifesto
Sou a sombra que vagueia,
o eco surdo dos ideais;
fantasia de idos carnavais.
Idos, alegrias, encantos e tristezas...
castelos construídos e desmoronados;
projetos desfeitos ou inacabados.
Dos sonhos. . .
Apenas sonhados;
restam-me azedumes de pesadelos,
de cujo o escombro, tento ainda salvar
do rescaldo ainda incandescente,
colunas que nos hão de sustentar.
Sou a incerteza do amanhã. . .
Porém,
falo à linguagem de o meu coração:
devoção à religião simples do amor,
cuja a chama arde e se transmuta,
a vivenciar Deus: o próprio amor.
Soergo-me na catedral da alma,
onde busco e encontro o meu Deus
no recôndito do templo interior,
na certeza da ubiqüidade da vida,
plena do amor puro e onipresente
no poder absoluto que tudo pode.
A cada infinitésimo, num segundo,
eis que a centelha divina opera
e se perpetua cíclica na natureza:
Um milagre que não se renova.
Eis o renascer de cada momento, ofertando-nos a dádiva onisciente de buscar a comunhão sagrada,junto ao céu de nossa consciência.
o eco surdo dos ideais;
fantasia de idos carnavais.
Idos, alegrias, encantos e tristezas...
castelos construídos e desmoronados;
projetos desfeitos ou inacabados.
Dos sonhos. . .
Apenas sonhados;
restam-me azedumes de pesadelos,
de cujo o escombro, tento ainda salvar
do rescaldo ainda incandescente,
colunas que nos hão de sustentar.
Sou a incerteza do amanhã. . .
Porém,
falo à linguagem de o meu coração:
devoção à religião simples do amor,
cuja a chama arde e se transmuta,
a vivenciar Deus: o próprio amor.
Soergo-me na catedral da alma,
onde busco e encontro o meu Deus
no recôndito do templo interior,
na certeza da ubiqüidade da vida,
plena do amor puro e onipresente
no poder absoluto que tudo pode.
A cada infinitésimo, num segundo,
eis que a centelha divina opera
e se perpetua cíclica na natureza:
Um milagre que não se renova.
Eis o renascer de cada momento, ofertando-nos a dádiva onisciente de buscar a comunhão sagrada,junto ao céu de nossa consciência.
Homenagem à Mulher
Mulher, Mãe, Esposa, Amante e Companheira. . . Amiga e fraterna;
irmãs que a vida nos oferece para caminhar vida a fora,
ao longo da nossa jornada espiritual,
extrapolando os limites do tempo,
continuando quando e onde Deus assim o permitir.
As que passam pela nossa vida. . .
Deixando ou levando um pouco que é de cada um de nós, mas de certo,
deixam muito mais do que levaram.
Mulher, a própria solidez na firmeza de seus propósitos, se confunde,
num misto de inteligência sutil a confundir o mais sábio dos homens, deixando-o perplexo ante os resultados de um ser tão singelo
que aparenta a fraqueza de uma pétala úmida pela gota do orvalho.
A beleza do ser: que ri, que chora e retrocede pronta a oferecer amor, verdadeiro a quem ama, seja filial, seja materno, seja fraternal. . .
Animal felino; defende, caça e provê a família, se a fome já ameaça.
Tudo contido sob a gota do orvalho a transparecer essa energia
que dá forças e resistir e ressurgir no aveludado matiz de uma rosa.
irmãs que a vida nos oferece para caminhar vida a fora,
ao longo da nossa jornada espiritual,
extrapolando os limites do tempo,
continuando quando e onde Deus assim o permitir.
As que passam pela nossa vida. . .
Deixando ou levando um pouco que é de cada um de nós, mas de certo,
deixam muito mais do que levaram.
Mulher, a própria solidez na firmeza de seus propósitos, se confunde,
num misto de inteligência sutil a confundir o mais sábio dos homens, deixando-o perplexo ante os resultados de um ser tão singelo
que aparenta a fraqueza de uma pétala úmida pela gota do orvalho.
A beleza do ser: que ri, que chora e retrocede pronta a oferecer amor, verdadeiro a quem ama, seja filial, seja materno, seja fraternal. . .
Animal felino; defende, caça e provê a família, se a fome já ameaça.
Tudo contido sob a gota do orvalho a transparecer essa energia
que dá forças e resistir e ressurgir no aveludado matiz de uma rosa.
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