quinta-feira, 6 de maio de 2010

M de Maria. . . de Mãe

Ao M se juntam outras letras: seu nome, são quatro letras e um mantra formado.

Quem ao inverno vem padecer ao frio
sente nas mãos o calor que agasalha;
vem do abrigo que no coração protege.

Maria, virgem santa; imaculada Senhora,
ao M duas outras letras se juntaram,
numa explosão de amor fraterno,
a enobrecer e transformar os sentimentos,
de pureza, ideal e de alegria, a contemplar
a noção severa de dignidade humana.

Jardim da catedral da alma,
ao desabrochar da rosa mística,
cuja a pétala se desprende
a espargir energia, repleta de amor fraterno,
benevolente, puro e desinteressado
que serve de transporte e abrigo;
a roupa que protege e agasalha.

Relação unívoca;
correspondência homogênea e uníssona;
pares homônimos que se interligam.

A integridade do caráter,
norteia a retidão do caminho,
tornando justo na adequação de justeza.

Refúgio severo da dignidade humana, no resplendor sem glória e sem fama, não reclama auréola, fulgor ou fama senão tornar probo o filho que a chama e do ventre vier à luz.

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