Me perdi pelo caminho
Da estrada do destino
Onde pensei te encontrar
Mas em desvio desta vida
Quando soube estava de partida
Sem saber como chegar
E a minha única alegria
É ver o meu vasco jogar
E a Portela desfilar
O meu coração acelerar
E o meu sangue azul borbulhar
Ficou aquele silêncio
Um verdadeiro desânimo
Alguma coisa estranha no ar
A falta do toque e do seu olhar
OOOÔ PRA PORTELA EU VOU
OOOÔ É GOL DO MEU VASCO
OOOÔ PROS MEUS BRAÇOS ELA VOLTOU
MINHA ALEGRIA RENOVOU
quarta-feira, 25 de julho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
PORTELAMOR
Sou Portelense
Sou todo amor
Sou PORTELAMOR!
A avenida é um rio em minha vida,
O azul e branco toma o meu coração,
A quarta feira não é uma despedida,
É a renovação de uma paixão!
Eu já corri pra ver
A minha Portela vencer,
Hoje tem marmelada
É festa na arquibancada!
A Portela é amor!
Portelense é Paixão!
Nossa Águia é altaneira
Quero gritar sou CAMPEÃO!
Sou Portelense
Sou todo amor
Sou PORTELAMOR!
A avenida é um rio em minha vida,
O azul e branco toma o meu coração,
A quarta feira não é uma despedida,
É a renovação de uma paixão!
Eu já corri pra ver
A minha Portela vencer,
Hoje tem marmelada
É festa na arquibancada!
A Portela é amor!
Portelense é Paixão!
Nossa Águia é altaneira
Quero gritar sou CAMPEÃO!
domingo, 20 de novembro de 2011
Quantas são as saudades, não temos mais como conversar, não existem mais os olhares, os conselhos... Gostaria de tê-lo ao meu lado, mas sei que o seu tempo era aquele, não vou dizer que não choro, mesmo sabendo que não devo fazê-lo.
As coisas terrenas são difíceis de entender, quando pensamos que tudo vai se tornar mais fácil, alguém complica e lança um dúvida com maldade... A mesquinharia parece ser a mola que move o mundo!
Hoje sinto menos a sua presença ao meu lado, sei que o seu caminho evolutivo não permite mais, sei da sua luz, que já brilhava intensamente... Lembro-me das palavras de minha mãe sobre uma conversa que tiveram um mês antes de sua passagem, na qual dizia estar preparado, pedia perdão e perdoava... Que sonhara com vovó e ela dizia que estava a sua espera... Arrepio-me todas as vezes que penso nisso!
Agora eu queria perdoar e ser perdoado... Não tenho a sua evolução, não tenho a sua sabedoria, nem a sua experiência...
Sinto-me acuado sem ter o que esconder, não gosto de dúvidas, muito menos de patrulhamento...
Pai sinto a tua falta...
Beijos deste seu filho,
Marcelo Monteiro Mattos
As coisas terrenas são difíceis de entender, quando pensamos que tudo vai se tornar mais fácil, alguém complica e lança um dúvida com maldade... A mesquinharia parece ser a mola que move o mundo!
Hoje sinto menos a sua presença ao meu lado, sei que o seu caminho evolutivo não permite mais, sei da sua luz, que já brilhava intensamente... Lembro-me das palavras de minha mãe sobre uma conversa que tiveram um mês antes de sua passagem, na qual dizia estar preparado, pedia perdão e perdoava... Que sonhara com vovó e ela dizia que estava a sua espera... Arrepio-me todas as vezes que penso nisso!
Agora eu queria perdoar e ser perdoado... Não tenho a sua evolução, não tenho a sua sabedoria, nem a sua experiência...
Sinto-me acuado sem ter o que esconder, não gosto de dúvidas, muito menos de patrulhamento...
Pai sinto a tua falta...
Beijos deste seu filho,
Marcelo Monteiro Mattos
Sou
Sou quem sou... Sem nada mais a acrescentar!
Sou o que sou...
Forjado na vida...
Sou quem sou...
Nada me interessa do seu passado
Dos seus erros e acertos
Eis que há encontros e desencontros...
A eterna busca...
Somos quem somos...
Não o que querem que sejamos...
Não tenho mágoas ou ressentimentos...
Ser quem sou é o meu alento...
Somos...
Fomos...
Fui...
Seremos...
Sou o que sou...
Forjado na vida...
Sou quem sou...
Nada me interessa do seu passado
Dos seus erros e acertos
Eis que há encontros e desencontros...
A eterna busca...
Somos quem somos...
Não o que querem que sejamos...
Não tenho mágoas ou ressentimentos...
Ser quem sou é o meu alento...
Somos...
Fomos...
Fui...
Seremos...
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
HOMENAGEM A MINHA QUERIDA PORTELA
Sinto a magia do seu encanto
No Pavilhão Azul e Branco
Da minha querida Portela
Conheço suas façanhas
Acompanho suas andanças
De outros carnavais
Meu coração se enche de alegria
Quando ouço esta maravilha
A sua famosa bateria
Acelerando o nosso coração
Tens sempre uma bela melodia
Que exaltam os seus dias
De Majestosa campeã
Me embalo em sua casa
Famoso ninho da águia
Morada de bambas, de sambistas geniais
Seus compositores cantam os seus amores
Suas Vitórias e dores
As sutilezas da vida
Na Velha Guarda esta toda a história
Sua verdadeira glória
Patrimônio de uma nação
És razão de muitas vidas
Alegria de gente sofrida
Mas sempre destemida
Que não te abandona Jamais!
No Pavilhão Azul e Branco
Da minha querida Portela
Conheço suas façanhas
Acompanho suas andanças
De outros carnavais
Meu coração se enche de alegria
Quando ouço esta maravilha
A sua famosa bateria
Acelerando o nosso coração
Tens sempre uma bela melodia
Que exaltam os seus dias
De Majestosa campeã
Me embalo em sua casa
Famoso ninho da águia
Morada de bambas, de sambistas geniais
Seus compositores cantam os seus amores
Suas Vitórias e dores
As sutilezas da vida
Na Velha Guarda esta toda a história
Sua verdadeira glória
Patrimônio de uma nação
És razão de muitas vidas
Alegria de gente sofrida
Mas sempre destemida
Que não te abandona Jamais!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
O poeta e a rosa
À ZiCartola
Certo dia
o poeta em devaneio,
apaixonado foi buscar
inspiração tirada à lua;
em sua rosa há de encontrar.
Levando emoção
foi ao topo da colina;
em meio às trocas
e juras de amor,
surgira uma obra-prima.
Violas e bandolins enluarados;
banjos e cuícas no terreiro,
tocados em puro sentimento,
às cordas do violão seresteiro.
Vendo-se debruçado
sobre o muro,
Ouviu-se o cavaco em prantos,
todo envolvido na harmonia;
notas de soluços sacrossantos.
Rosa negra. . .
Amo-te! Amo-te!
Dama da Estação-Primeira
dona do seu coração
Zica-da-Mangueira
tu és a inspiração.
A Verde-e-Rosa: emoção;
dama Zica–Rosa-Negra
à vida de Cartola,
dupla satisfação.
Hoje o poeta morreu. . .
A rosa murchou;
o perfume da mulher atravessou.
Para a eternidade, esse amor ficou.
Com a melodia o poeta nos encantou.
Dama, com sua alegria,
o carnaval emplacou!
À ZiCartola
Certo dia
o poeta em devaneio,
apaixonado foi buscar
inspiração tirada à lua;
em sua rosa há de encontrar.
Levando emoção
foi ao topo da colina;
em meio às trocas
e juras de amor,
surgira uma obra-prima.
Violas e bandolins enluarados;
banjos e cuícas no terreiro,
tocados em puro sentimento,
às cordas do violão seresteiro.
Vendo-se debruçado
sobre o muro,
Ouviu-se o cavaco em prantos,
todo envolvido na harmonia;
notas de soluços sacrossantos.
Rosa negra. . .
Amo-te! Amo-te!
Dama da Estação-Primeira
dona do seu coração
Zica-da-Mangueira
tu és a inspiração.
A Verde-e-Rosa: emoção;
dama Zica–Rosa-Negra
à vida de Cartola,
dupla satisfação.
Hoje o poeta morreu. . .
A rosa murchou;
o perfume da mulher atravessou.
Para a eternidade, esse amor ficou.
Com a melodia o poeta nos encantou.
Dama, com sua alegria,
o carnaval emplacou!
Devaneios da infância
Era manhã de primavera quando despertei
aos primeiros raios de sol que atravessavam
a janela do meu quarto.
O perfume das flores espargia pelo ar,
enquanto o espaço ao meu redor, tomado,
por um festival multicolorido de espécies,
atraíam borboletas, abelhas e outros insetos,
a saudar a manhã num bailado invulgar.
Chamavam a minha atenção e curiosidade,
os pequeninos colibris ou beija-flores,
cujas asas batiam em tão alta freqüência,
ora em vôo veloz, ora parados no espaço,
qual helicópteros em missão de resgate,
buscavam o alimento no néctar das flores
e nos minúsculos insetos.
A plumagem delicada era de cor metálica
destacando-se o verde-dourado e o amarelo:
distinguia-se, a estria pardo-amarelada,
acima e por trás dos olhos, até ao pescoço;
mesclando-se a cor preta atrás dos olhos;
na garganta e no abdome também negros,
orlados de branco.
Noutros destacavam-se a cauda vermelha
num brilho acentuado e o dorso verde-escuro;
a garganta cor de cobre com tons dourados;
e abdome escuro, reluzindo em tom metálico.
Meus pensamentos voaram presos,
nas asas de um colibri.
O colibri parecia mágico e me fez regressar
a datas remotas da infância que se perdiam
nas brumas do tempo, fazendo-me chegar:
A casa em belo pomar do tempo dos barões,
era limítrofe a outro imenso terreno vazio,
que se estendia aos limites do cemitério.
Um bosque com uma infinidade de árvores,
mantinha pássaros, macacos e outros seres,
levava-nos a instalar um acampamento,
onde se iniciavam e terminavam os dias.
aos primeiros raios de sol que atravessavam
a janela do meu quarto.
O perfume das flores espargia pelo ar,
enquanto o espaço ao meu redor, tomado,
por um festival multicolorido de espécies,
atraíam borboletas, abelhas e outros insetos,
a saudar a manhã num bailado invulgar.
Chamavam a minha atenção e curiosidade,
os pequeninos colibris ou beija-flores,
cujas asas batiam em tão alta freqüência,
ora em vôo veloz, ora parados no espaço,
qual helicópteros em missão de resgate,
buscavam o alimento no néctar das flores
e nos minúsculos insetos.
A plumagem delicada era de cor metálica
destacando-se o verde-dourado e o amarelo:
distinguia-se, a estria pardo-amarelada,
acima e por trás dos olhos, até ao pescoço;
mesclando-se a cor preta atrás dos olhos;
na garganta e no abdome também negros,
orlados de branco.
Noutros destacavam-se a cauda vermelha
num brilho acentuado e o dorso verde-escuro;
a garganta cor de cobre com tons dourados;
e abdome escuro, reluzindo em tom metálico.
Meus pensamentos voaram presos,
nas asas de um colibri.
O colibri parecia mágico e me fez regressar
a datas remotas da infância que se perdiam
nas brumas do tempo, fazendo-me chegar:
A casa em belo pomar do tempo dos barões,
era limítrofe a outro imenso terreno vazio,
que se estendia aos limites do cemitério.
Um bosque com uma infinidade de árvores,
mantinha pássaros, macacos e outros seres,
levava-nos a instalar um acampamento,
onde se iniciavam e terminavam os dias.
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